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Carro usado: 10 dicas para fazer a compra certa

carro usado

Embora seja impossível prever se um veículo vai quebrar em breve ou atenderá suas expectativas a longo prazo, comprar um carro usado sempre envolve riscos. 

Veja abaixo o que mais de 20 especialistas procurados pelo Portal Exame têm a ensinar. 

1. Teste o carro antes da compra. Durante um ou dois quilômetros de test drive, o interessado no veículo só tem tempo de notar seus pontos positivos. Para fazer um exame mais aprofundado, o ideal é alugar um carro do mesmo modelo.

Uma dica é pedir o automóvel mais velho disponível na locadora, a fim de perceber os efeitos do tempo e do uso sobre determinado modelo. Circule por locais onde está acostumado a dirigir e verifique se o carro cabe em sua vaga do prédio.

2. Saiba quais carros são difíceis de vender. Revender certos tipos de veículos pode se tornar uma tarefa difícil após o uso. Carros com cores extravagantes ou até mesmo os brancos (que despertam a suspeita de terem sido usados como táxi no passado) costumam encalhar nas lojas. Além disso, o mercado dita que quanto mais caro é um carro (incluindo os importados), mais rápida é sua depreciação. O mesmo acontece com carros oriundos de leilão, de locadora ou com um histórico de acidentes graves. Nessas situações, exija desconto. 

3. Se informe sobre os veículos mais desejados. Tanto nas inúmeras comunidades nas redes sociais como em revistas e sites especializados é possível verificar o ranking dos melhores carros em cada categoria.

4. Compre o carro de alguém que você conhece. O risco é menor quando o dono do veículo for próximo. No universo dos conhecidos, a dificuldade é encontrar o modelo desejado em bom estado. Outra opção segura são os carros de concessionárias. Em seguida aparecem os carros de lojas sem bandeira ou locadoras. No entanto, a qualidade dos carros ofertados nessas lojas nem sempre será tão boa quanto nas concessionárias. 

Por outro lado, negócios fechados entre pessoas físicas não estão sujeitos às regras do Código de Defesa do Consumidor, nem tem garantia obrigatória de câmbio e motor. Ao comprar um carro numa loja, essa triagem já terá sido feita pelo próprio estabelecimento. 

5. Pesquise preços em outras cidades. Viajar para comprar um carro em outra cidade pode valer a pena. Segundo a tabela da Molicar, utilizada como referência de preços de veículos nas concessionárias, existem diferenças nos preços dos carros usados em cada região. Os mais caros estão no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, onde os valores cobrados são em média 3,7% superiores aos pagos pelos paulistas. 

Já os preços no Centro-Oeste são 2% mais baixos que em São Paulo. Em geral, o carro paulista é muito bem-aceito em todos os estados do país porque as estradas são boas e a manutenção tem melhor qualidade. Já carros usados do Nordeste e do Norte sofrem com estradas ruins e salinidade. Os usados da região Sul são os mais valorizados porque a população possui uma cultura de conservação do veículo. 

6. Defina o crédito certo. Segundo recomendação de especialistas, nenhum bem deve ser pago durante um prazo maior que o de sua utilização média.

Muitas vezes os juros que parecem baixos se tornam bastante salgados quando são incluídos outros encargos, como taxas de cadastro, seguro, IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), serviço de despachante e registro no Detran. Especialistas também recomendam que os compradores economizem para dar a maior entrada possível no financiamento e diminuir o gasto com juros.

7. Descubra se o carro não é roubado. Enquanto as concessionárias já realizam essa checagem, na compra de um veículo de pessoa física é necessário fazer uma vistoria. Verifique no site do Detran se a placa do carro é verdadeira e se não há pendências a serem pagas. Na dúvida, contrate empresas especializadas em vistorias de veículos, que podem realizar esse serviço por menos de 100 reais.

8. Confira se o veículo não foi danificado em uma colisão grave. Além de desvalorizar o preço de um veículo, acidentes costumam deixar cicatrizes que alertam o comprador de que ele poderá ter problemas futuros. É possível identificar a ocorrência de acidentes com uma vistoria na pintura do carro seco, limpo e em algum lugar bem claro.

No site www.checkauto.com.br é possível saber se um carro foi furtado, se sofreu danos em algum acidente grave, se a contagem da quilometragem foi adulterada, se está alienado ao banco, se foi comprado de locadora ou se foi adquirido em leilão, entre outras informações. O serviço custa 25 reais por carro, mas costuma compensar. 

9. Identifique carros danificados por enchente. Uma forma simples de detectar um histórico de alagamento é pelo cheiro. Mesmo após uma higienização, ainda é possível achar barro e impurezas depositadas em lugares pouco expostos.  Se o tecido do estofamento dos bancos e do carpete estiver estragado, desconfie. O carro pode ter sido vítima de enchente ou está com problemas de vedação.

10. Analise o estado de conservação do veículo. A primeira coisa que deve ser observada é o manual do automóvel. Lá está registrado se o proprietário realizou todas as revisões indicadas pela montadora. 

Procure também pontos de ferrugem em cantinhos e debaixo das guarnições ou do assoalho. Verifique se o carro tem extintor, macaco, triângulo, chave de rodas e estepe em condições de uso. Veja se há vazamento de óleo embaixo do carro ou presença de manchas escuras no escapamento. Confira o estado dos pneus e dos freios. Para os compradores que não se sentem seguros com os resultados da própria vistoria, é recomendável levar o carro a um mecânico de confiança ou à oficina de uma empresa especializada. 

Depois de fazer a compra correta, você poderá garantir a segurança de seu carro com o serviço de valet da New City Parking. Além de contar com uma equipe de manobristas treinada, a empresa garante praticidade e segurança.